Estresse envelhece?

Você tem a idade que merece?
À medida que o tempo passa, o organismo vai se desgastando. Mesmo quem não sai da acadêmia e faz apologia ao culto à estética, senão tiver bons hábitos todo esse sacríficio em busca da eterna juventude será inútil. A idade é o maior fator de envelhecimento, mas nem sempre o estado do nosso organismo bate com o nosso pique, por isso a saúde deve ser vista como prioridade absoluta.
Segundo a médica Dra. Seide Abdala, toda a reação do organismo tem muito a ver com o estilo de vida e a importância que a pessoa dispensa à saúde. Ela afirma que cerca de 70% das doenças crônicas poderiam ser evitadas apenas prevenindo o estresse. As doenças cardiovasculares – principal causa de morte entre as mulheres e executivos – são as mais traiçoeiras. E não adianta o corpo estar esteticamente rejuvenescido, se o seu interior não está bem. A receita da vitalidade está em ter o hábito de fazer check-up periódico, levar uma vida saudável e desfrutar dos benefícios oferecidos pela medicina, já que o envelhecimento das células é real.
Com o passar dos anos, as reservas de vitaminas, aminoácidos, minerais e hormônios diminuem e a tendência é haver aumento de radicais livres, responsáveis pela oxidação do organismo. Chega a um ponto que a pessoa pode ficar tão debilitada que nem uma alimentação rica em nutrientes será suficiente para evitar a instalação do estresse e de doenças oportunistas. A medicina tem recursos capazes de devolver o equilíbrio e o vigor do organismo.
Um estudo desenvolvido pela Universidade de Stanford, uma das mais prestigiadas dos Estados Unidos, mostra que o estilo de qualidade de vida é o mais importante fator de longevidade. A energia e o vigor do corpo tem relação intima com a saúde. Você pode estar bem aos 30 anos, deslumbrante aos 40, sedutora aos 50 e arras depois dos 60. E experimentar o futuro sem medo das reações negativas do corpo, mas curtindo cada fase da maturidade como a melhor.


